Amor à pátria
Tem se tornado comum utilizar a bandeira nacional em momentos de comoção, de torcida por jogos mundiais ou lutas partidárias.
Faz-se, então, do símbolo da Pátria um verdadeiro escudo, chegando-se inclusive a enrolá-la no próprio corpo, à guisa de vestimenta.
Agitam-se o verde e o amarelo em dias de euforia ou de profunda tristeza.
Apesar de tais manifestações explosivas, o que se verifica, no dia a dia, é um grande desamor ao solo pátrio.
Não é raro se ouvir afirmações pejorativas sobre o País, e as palavras: subdesenvolvido, terra de ignorantes e país de terceiro mundo surgem abundantes.
Faz-se referências aos problemas do País, comparando-o com o velho mundo e sua cultura.
Preciso é que não esqueçamos de que o Brasil é ainda um adolescente, com pouco mais de 500 anos. O velho mundo conta com milênios de experiência. Natural que o adolescente, pela própria fase de autoafirmação, apresente turbulências e desacertos.
O de que carecemos é assumir verdadeira postura patriótica, que não significa simplesmente encher a boca e falar: Sou brasileiro, quando o País se encontre às vésperas de disputar campeonatos internacionais ou se destaca em algum outro campo.
Importante que tomemos consciência de que o País melhor somente se construirá a partir das consciências individuais esclarecidas e operantes.
Ian Stevenson: Sinais de reencarnação no Brasil
O programa “Fantástico”, da Rede Globo, entrevistou, há poucos dias, uma mulher que afirmou ter lembranças de vidas passadas, mostrando inclusive cicatrizes em seu corpo, que seriam reflexo da vida anterior, na qual morreu atingida por um trem. Moradora de São Paulo, ela revelou ainda que o seu caso havia sido investigado pelo pesquisador canadense Ian Stevenson (1918-2007), uma referência mundial no estudo acadêmico do tema na Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos. A reportagem fez lembrar um outro caso analisado por Stevenson no Brasil, caso que, de tão curioso, foi incluído por ele em seu livro “Twenty Cases Suggestive of Reincarnation”, publicado em 1966 pela Sociedade Americana de Pesquisas Psíquicas, um clássico que na sua versão em português preservou o título “Vinte casos sugestivos de reencarnação”. Este caso, vale ressaltar, se passou dentro da família de alguém bastante conhecido no meio espírita e esperantista, o filósofo e poliglota Francisco Valdomiro Lorenz (1872-1957), precursor do Esperanto no Brasil. Embora já desencarnado, assim como sua esposa, Dona Ida, falecida em 1944, F.V. Lorenz deixou registrado, para felicidade de Stevenson, em anotações e num livro, a sua experiência familiar, o que, certamente, não podia passar despercebido aos olhos do respeitado pesquisador, acostumado a descobrir pelo mundo pessoas que se recordavam das vidas anteriores, e a investigar suas afirmações com metodologia científica.
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A Força do Amor
O encerramento do 3ºCongresso Espírita Brasileiro, na visão dos Espíritos, relatado por Yvonne A.Pereira Amigos e irmãos, abraço-os fervorosamente.Nesta oportunidade, desejo compartilhar com os companheiros um fato relacionado ao suicídio que resultou numa série de ações, desenvolvidas ao longo de 18 meses, aproximadamente, mas cujo desfecho superou todas as expectativas, mesmo as inimagináveis. As regiões de sofrimento onde vivem os suicidas, de todas as categorias, são inúmeras e vastas nos planos do Espírito. Brotam de um dia para outro, pois os excessos da Humanidade têm reduzido o tempo de reencarnação para um número significativo de pessoas. Os atentados contra a manutenção da saúde física, mental e psicológica atingem cifras realmente assustadoras. A campanha em Defesa da Vida, conduzida pelos espíritas, é ação que ameniza a situação. Mas algo mais intenso e abrangente, que envolva a sociedade, urge ser desenvolvido. Assim, passamos ao nosso relato. Localizamos em determinado nicho, em nosso plano, uma comunidade de suicidas vivendo em situação precária, em todos os aspectos. Chamava a nossa atenção que tal reduto de dor nunca reduzia de tamanho. Ao contrário, contabilizávamos um número crescente, dia após dia. Procurando analisar a problemática por todos os seus ângulos, verificamos que no local, incrustado em espaço de difícil acesso, existia uma espécie de "escola" - se este é o nome que se pode utilizar - cujos integrantes se especializaram em indução ao suicídio: técnicas, recursos e equipamentos sofisticados eram desenvolvidos para que encarnados cometessem suicídio.
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O autor espiritual destina esta obra aos estudiosos, aliando os conceitos rígidos da ciência aos preceitos evangélicos, revividos no Espiritismo. Adentrando a Física e a Biologia, apresenta capítulos excelentes como fluido cósmico, evolução e hereditariedade, evolução e sexo, simbiose espiritual, alimentação dos desencarnados, invasão microbiana e outros. É um desafio ao intelecto dos conhecedores ou dos que pretendem ser da Doutrina Espírita.






