No meu tempo é que era bom
Quantas vezes você já ouviu alguém afirmar: “No meu tempo é que era bom... Na minha infância tal coisa era melhor” ou “Não se fazem mais as coisas como antigamente...?”
Possivelmente, tenha reagido com dúvida quanto às maravilhas ou excelências desse “tempo passado”, tão diferente, tão melhor.
Por outro lado, pode ter-se mostrado com dúvidas diante de tanta coisa boa “do passado”, quando depara com criaturas tão difíceis, complicadas ou negativas no presente.
O que é importante para se refletir é que todo o tempo traz coisas grandiosas e maravilhosas em seu seio, tanto quanto apresenta coisas negativas e lamentáveis.
Assim, não há porque enaltecer o passado e menosprezar o presente, quando encontramos belezas e feiúras num e noutro tempo.
O que caracteriza determinada época são os indivíduos nela renascidos, o que eles realizam e como suas realizações influenciam as sociedades em que vivem, ou mesmo o mundo.
O tempo de Jesus também foi o de Herodes, de Pilatos e de Barrabás.
Enquanto o Divino Mestre semeou luz, amor e paz, a criminalidade foi o legado dos demais: o homicídio, a viciação e a covardia moral.
A época em que viveu Adolfo Hitler, também foi o tempo de Mohandas Gandhi e de Madre Teresa.
Uma determinada coisa não é boa por ser antiga, nem é má por ser atual.
Bom é que saibamos aproveitar as coisas boas, sejam do passado ou do presente.
Ian Stevenson: Sinais de reencarnação no Brasil
O programa “Fantástico”, da Rede Globo, entrevistou, há poucos dias, uma mulher que afirmou ter lembranças de vidas passadas, mostrando inclusive cicatrizes em seu corpo, que seriam reflexo da vida anterior, na qual morreu atingida por um trem. Moradora de São Paulo, ela revelou ainda que o seu caso havia sido investigado pelo pesquisador canadense Ian Stevenson (1918-2007), uma referência mundial no estudo acadêmico do tema na Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos. A reportagem fez lembrar um outro caso analisado por Stevenson no Brasil, caso que, de tão curioso, foi incluído por ele em seu livro “Twenty Cases Suggestive of Reincarnation”, publicado em 1966 pela Sociedade Americana de Pesquisas Psíquicas, um clássico que na sua versão em português preservou o título “Vinte casos sugestivos de reencarnação”. Este caso, vale ressaltar, se passou dentro da família de alguém bastante conhecido no meio espírita e esperantista, o filósofo e poliglota Francisco Valdomiro Lorenz (1872-1957), precursor do Esperanto no Brasil. Embora já desencarnado, assim como sua esposa, Dona Ida, falecida em 1944, F.V. Lorenz deixou registrado, para felicidade de Stevenson, em anotações e num livro, a sua experiência familiar, o que, certamente, não podia passar despercebido aos olhos do respeitado pesquisador, acostumado a descobrir pelo mundo pessoas que se recordavam das vidas anteriores, e a investigar suas afirmações com metodologia científica.
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A Força do Amor
O encerramento do 3ºCongresso Espírita Brasileiro, na visão dos Espíritos, relatado por Yvonne A.Pereira Amigos e irmãos, abraço-os fervorosamente.Nesta oportunidade, desejo compartilhar com os companheiros um fato relacionado ao suicídio que resultou numa série de ações, desenvolvidas ao longo de 18 meses, aproximadamente, mas cujo desfecho superou todas as expectativas, mesmo as inimagináveis. As regiões de sofrimento onde vivem os suicidas, de todas as categorias, são inúmeras e vastas nos planos do Espírito. Brotam de um dia para outro, pois os excessos da Humanidade têm reduzido o tempo de reencarnação para um número significativo de pessoas. Os atentados contra a manutenção da saúde física, mental e psicológica atingem cifras realmente assustadoras. A campanha em Defesa da Vida, conduzida pelos espíritas, é ação que ameniza a situação. Mas algo mais intenso e abrangente, que envolva a sociedade, urge ser desenvolvido. Assim, passamos ao nosso relato. Localizamos em determinado nicho, em nosso plano, uma comunidade de suicidas vivendo em situação precária, em todos os aspectos. Chamava a nossa atenção que tal reduto de dor nunca reduzia de tamanho. Ao contrário, contabilizávamos um número crescente, dia após dia. Procurando analisar a problemática por todos os seus ângulos, verificamos que no local, incrustado em espaço de difícil acesso, existia uma espécie de "escola" - se este é o nome que se pode utilizar - cujos integrantes se especializaram em indução ao suicídio: técnicas, recursos e equipamentos sofisticados eram desenvolvidos para que encarnados cometessem suicídio.
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O autor espiritual destina esta obra aos estudiosos, aliando os conceitos rígidos da ciência aos preceitos evangélicos, revividos no Espiritismo. Adentrando a Física e a Biologia, apresenta capítulos excelentes como fluido cósmico, evolução e hereditariedade, evolução e sexo, simbiose espiritual, alimentação dos desencarnados, invasão microbiana e outros. É um desafio ao intelecto dos conhecedores ou dos que pretendem ser da Doutrina Espírita.






