A vida é curta
Um simples adesivo, fixado num vidro de carro, revela uma filosofia de vida muito perigosa.
Diz assim: A vida é curta. Quebre algumas regras.
Precisamos analisar esta cultura do Aproveite a vida, pois ela é curta, com bastante cuidado.
Percebemos que esse tipo de entendimento circula pelo mundo fazendo muitos adeptos que, por vezes, caem em armadilhas terríveis, sem perceber.
Parece haver em muitas pessoas uma aversão a regras, a leis, mesmo quando essas servem apenas para regular a vida em sociedade. Por isso, tão necessárias.
É a repulsa à responsabilidade que ainda encontra forças em tantas mentes que teimam em não crescer.
Quebrar regras simplesmente por diversão ou por achar que a vida está muito certinha – como se fala – é atitude infantil, imatura e perigosa.
Basta, por exemplo, uma única vez, extrapolar na velocidade na condução de um automóvel para se comprometer uma vida toda.
Uma brincadeira, um simples pega, pelas vias de uma cidade, para se colocar em risco um grande número de vidas, inclusive a própria.
Assim, não é um tipo de regra que pode ser quebrada de quando em vez.
Por que quebrar regras para se aproveitar a vida? Quem disse que para se curtir cada momento da existência com alegria, precisamos infringir leis?
Ciência e Espiritismo: caminhos que convergem
Lucia Moysés
Avanços tecnológicos têm permitido a pesquisadores explorarem áreas nunca antes estudadas pela ciência. Como consequência, alguns deles estão trazendo contribuições que vêm ao encontro de temas espíritas, confirmando aquilo que Allan Kardec já apontara, a partir do que recolhera dos Espíritos.
Quando Gary E. Schwartz, professor da Universidade do Arizona, psiquiatra e PhD em medicina tomou contato com os estudos do seu colega Paul Pearsall, especialista em transplante cardíaco, este acabara de publicar um livro no qual afirmava que alguns de seus pacientes transplantados passaram a manifestar comportamentos estranhos, típicos do doador. A grande quantidade de evidências levaram-no a admitir que as células do coração seriam capazes de reter e depois repassar, para o transplantado, informações a respeito do doador.
Tal explicação não satisfez ao Dr. Schwartz. De posse de uma dezena de relatórios do colega, passou, ele próprio, a fazer investigações e chegou a uma conclusão diferente: as lembranças não estariam no coração, mas sim naquilo que ele chamou, a princípio, de “energia que continuava a ser emanada do doador”. Dentre os muitos fatos observados, um, em particular, chamou-lhe a atenção, posto que não poderia ser atribuído à coincidência ou transmissão de pensamento, que pode ser assim resumido: Glenda era noiva de David, quando esse desencarnou vitimado por um acidente e teve o coração doado para transplante. Cerca de cinco anos depois, em um encontro com o receptor, ela surpreendeu a todos abraçando-o e dizendo: “David, eu te amo. Está tudo copacetic.” A mãe do jovem, ali presente, exclamou assustada: “Esta palavra foi a primeira que ele falou depois do transplante e até hoje ele a repete com frequência. Não sabemos o que significa.” Chorando, Glenda explica: “Sempre que brigávamos, só considerávamos as pazes feitas depois que falávamos um para o outro: ‘Está tudo copacetic’. Essa era uma palavra só nossa. David está aqui. Eu o sinto. Tenho certeza da sua presença.” Convicto dessa verdade, Gary Schwartz passou a se dedicar ao estudo da comunicação dos Espíritos através da mediunidade. Hoje dirige, na sua universidade, um centro de pesquisas que busca juntar ciência e campo energético humano.
Tendo passado a se interessar pelo tema, publicou, em 2003, um livro reunindo evidências científicas sobre a continuidade da consciência após a morte do corpo: Afterlife Experiments. Dentre os muitos estudos que o livro apresenta, destaca-se um que foi considerado cientificamente incontestável. Realizado no referido centro, essa pesquisa consistiu em submeter cinco médiuns reconhecidos a um experimento no qual teriam que estabelecer contato com parentes falecidos de duas pessoas que não conheciam. A cada um foi dada a oportunidade de fazer, a essas pessoas, perguntas, cujas respostas só poderiam ser “sim ou não”. Não havia contato visual entre eles. Dado o caráter científico da pesquisa, também foi criado um grupo de controle formado por mais de 60 pessoas, às quais se pediu que tentassem captar dados sobre os mortos. O índice médio de acerto do grupo dos médiuns foi de 83%, enquanto o do grupo de controle ficou em 36%, fortalecendo a tese espírita da comunicabilidade dos Espíritos.
Apometria não é Espiritismo
Divaldo Pereira Franco
O médico carioca residente em Porto Alegre Dr. José Lacerda desde os anos 50, espírita que era então, começou a realizar numa pequena sala do Hospital Espírita de Porto Alegre chamada A Casa do Jardim, atividades mediúnicas normais.
Com o tempo ele recebeu instruções dos Espíritos e realizou investigações pessoais que desaguaram em um movimento ao qual ele deu o nome de Apometria.
Não irei entrar no mérito nem no estudo da apometria porque eu não sou apometra, eu sou espírita o que posso dizer é que a apometria, segundo os apometras, não é espiritismo. Porquanto as suas práticas estão em total desacordo com as recomendações de O Livro dos Médiuns. Não examinaremos aqui o mérito ou demérito porque eu não pratico a apometria, mas segundo os livros que tem sido publicados, a apometria, segundo a presunção de alguns, é um passo avançado do movimento Espírita no qual Allan Kardec estaria ultrapassado. Allan Kardec foi a proposta para o século XIX e para parte do século XX e a apometria é o degrau mais evoluído no qual Allan Kardec encontra-se totalmente ultrapassado. Tese com a qual, na condição de espírita, eu não concordo em absoluto.
Na prática e nos métodos de libertação dos obsessores a violência que ditos métodos apresenta, a mim, a mim pessoalmente me parecem tão chocantes que fazem recordar-me da lei de Talião que Moises suavizou com o código legal e que Jesus sublimou através o amor.



































Neste livro, você vai encontrar uma descrição das regiões inferiores da esfera espiritual e do sofrimento a que se projeta a consciência culpada, após a morte do corpo físico. André Luiz apresenta estudos de casos reais, oferecendo orientações sobre o débito aliviado, a lei de causa e efeito, os preparativos para a reencarnação, os resgates coletivos e o valor da oração. O autor espiritual mostra-nos que as possibilidades na atual existência estão vinculadas às ações em existências passadas, do mesmo modo que as ações na atualidade condicionarão as possibilidades futuras.

